Sobre Inovação e Confiança – Porque ler o Livro de Stephen M. R. Covey
abr./2009 Luís | Livros que Gostamos

Não é de hoje que as relações entre inovação e a confiança, presente no ambiente organizacional estão sendo delineadas.

Duas das principais referências a esse respeito são: um artigo muito bom do Clemente Nóbrega e um estudo sobre inovação da Mckinsey (Leadership and innovationThe McKinsey QuarterlyJANUARY 2008 • JOANNA BARSH, MARLA M. CAPOZZI, AND JONATHAN DAVIDSON ) – O estudo é categórico:

“Nossa experiência nos convence que um enfoque disciplinado em três princípios de gestão de pessoas pode produzir os componentes básicos de uma organização inovadora.”

  1. Integrar formalmente a inovação na agenda estratégica de gestão de altos dirigentes,
  2. Fazer melhor uso dos talentos existentes para a inovação, criando as condições que permitam redes dinâmicas de Inovação.
  3. Fomentar uma cultura de inovação baseada na confiança entre os colaboradores.

Esse assunto há algum tempo me intriga o que me levou a pesquisar como aumentar o nível de confiança nas organizações e nessa busca me deparei com um livro que tenho lido com aquela sede boa dos livros inesquecíveis – O Poder da Confiança de Stephen M R Covey, o filho do guru dos 7 Hábitos.

Comecei o livro sem grandes expectativas, mas logo nas primeiras páginas, me saltou aos olhos a quantidade de comentários positivos sobre o livro de autores de renome, a impressão era que algo realmente marcante viria nas próximas páginas.

Covey demonstra convincentemente que a confiança é um acelerador mensurável da performance e que, quando a confiança cresce, a agilidade organizacional também aumenta enquanto os custos decrescem, produzindo aquilo que ele chama de “o dividendo da confiança. Segundo o autor, a confiança decorre de dois pontos: caráter e competência.

Algo imperdível também no livro são os comportamentos que levam a relacionamentos de mais alta confiança. Quem é familiarizado com os conceitos da co-criação de valor, perceberá uma forte semelhança com os quatro pilares da co-criação (DART – Diálogo, Acesso, Risco e Transparência) enunciados por C.K. Prahalad.

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